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Meu nome é Priscila Martins. Eu estudei na escola New Horizon por 2 meses e meio para mim, foi uma fantástica experiência!
As aulas eram em periodo integral e minha turma tinha aproximadamente 7 alunos, o que era ótimo porque com poucos alunos na sala de aula o professor tinha facilidade para prestar atenção e captar os pontos fracos de cada un de nós. Entre essas 7 pessoas, cada uma era de un país diferente como por exemplo, Korea, Japao, Malasia e Russia, o que me deu a oportunidade de aprender sobre a cultura de várias partes do mundo. Nathan, meu professor era muito atencioso e divertido, suas aulas eran interessantes e muito interativas. |
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E, mais una vantagem ė que a escola ė situada na cidade de Napier, que na minha opiriao ė a cidade mais bonita da Nova Zelândia.
Eu recomendo New Horizon a qualquer um que esteja procurando por aprendizado, diversāo e pessoas acolhedoras, eu tenho certeza que se sentirăo “em casa”. |
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Durante o inverno de 2006, apesar do frio, da chuva e da pouca luminosidade, tive uma ótima experiência no sudoeste do continente Australiano: Nova Zelândia é um país pequeno (31 vezes menor que o Brasil) com uma população também pequena ( 4 milhões de habitantes, enquanto o Brasil tem 180 milhões) e rico, sua renda per capita é mais que 5 vezes a brasileira. Não existem pobres nas ruas e aqueles que não têm trabalho, recebem do governo valor substancial, propiciando-lhes vida digna. Existem nas ilhas 10 vezes mais carneiros que pessoas, seus produtos, lã e carne, são beneficiados e exportados. Mesmo no inverno, nas cidades e no campo, vê-se aves grandes, pequenas, coloridas e canoras. É comum ouvir pássaros cantando a qualquer horário do dia, além de intensos gorjeios no início da manhã e final da tarde. Originalmente na ilha só existiam aves, muitas vivendo no chão. O primeiro homem chegou nas ilhas a 900 anos, até então não existiam predadores mamíferos para estas aves e até hoje não existem cobras e escorpiões. É muito respeitosa a relação que as pessoas têm com os “nativos”, ou melhor, com os colonizadores. Estes são os Maoris (pronuncia-se máoris) que chegaram nas ilhas no ano 1100 com seus barcos, cachorros e ratos e hoje representam 15% da população, (no Brasil 456 mil índios vivem em aldeias, 0,25% da população brasileira, e outros 150 mil vivem fora de terras indígenas). |
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A sociedade é predominantemente européia, estando atualmente muito misturada com os Maoris. Estes são mais alegres, cumprimentam beijando e tocando uns nos outros, como nós brasileiros. A sociedade é alegre, limpa, bem vestida, sadia e educada, todos podem estudar até o 2º grau. Ao término do 2º grau vão trabalhar e receber salário não muito diferente daqueles com curso superior. Têm fortes relações culturais e econômicas com a Inglaterra, inclusive são súditos da rainha Elizabeth II.
A topografia não é muito diferente das regiões montanhosas do Brasil, com morros e áreas planas. Aqueles que no Brasil conhecem Chapada dos Veadeiros em Goiás, Aparados da Serra em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Chapadas dos Guimarães em Mato Grosso, Serra do Cipó e as serras do Sul mineiro ou gostam de caminhar pelas montanhas, vão apreciar a paisagem neozelandesa. Existem muitos e bem cuidados parques, com trilhas limpas e marcadas para bicicleta e caminhadas, muitos deles com estrutura de apoio.
As mulheres são muito importantes na história e na atualidade neozelandesa. Durante a colonização trabalharam duro em fazendas, fábricas, hospitais, etc., foram as primeiras mulheres do mundo a ter direito ao voto, em 1893, foram à guerra, praticam esportes diversos e hoje trabalham de igual para igual com os homens em todos os setores. Elas são muito respeitadas no país.
Residi em Napier, cidade de 60 mil habitantes, no Leste da ilha Norte, que possui ruas, passeios e parques limpos, seus banheiros públicos também são limpos e sempre têm papel higiênico. A cidade “funciona” das 9 às 17 horas, poucos estabelecimentos comerciais funcionavam após este horário.
Durante o inverno poucas pessoas circulam pela cidade à noite, os bares e restaurantes ficam vazios e alguns fecham. Bares com área de dança funcionam diariamente, dois deles têm música Latina, com aulas para iniciantes ou não. Às terças-feiras dança-se rock´n´rool no R.S.A., clube social de ambiente familiar e aradável, onde tive boas oportunidades de praticar meu inglês. O ambiente nos Pubs é tranqüilo e as pessoas educadas.
Um grande número de pessoas possui carros, sendo este um importante artigo de consumo.
No comércio a relação com o cliente é muito boa e respeitosa. No Brasil as ruas e estradas são melhores sinalizadas, em Napier há poucas faixas para pedestres e os motoristas nem sempre as respeitam.
Os museus são muito interessantes, vale a pena visitá-los e ganhar tempo conhecendo a cultura e a história do povo, praticando a leitura e a audição. Em Napier o museu é pequeno e muito interessante, tem exposição permanente de arte Maori, Art Decô, coleção de utensílios domésticos e a história do terremoto que destruiu a cidade em 1931. Não deixe de observar os mapas que antecederam e os que sucederam o terremoto e
notar o desaparecimento de muitas lagoas que rodeavam a cidade, produzindo maior área de terra seca. Conhecer a cultura local é importante para que o visitante tenha assunto para conversar com os nativos, eles conhecem e gostam de falar sobre este assunto.
Em frente a cidade tem uma praia muito bonita e proibida ao banhista, com um longo calçadão com bancos, onde muitas pessoas vão caminhar e passear.
Estudei no New Horizon College of English, era o meu porto seguro devido ao atendimento dos funcionários (independente de ser assunto de escola) e ótimos professores. Após o término da aula que ocorre às 15 horas, ficava na sala de estudos até às 17 horas treinando a audição do inglês, que é imprescindível para se falar bem.
A escola propicia excursões a vários pontos pertos da cidade e alguns mais distantes. Fiz uma caminhada de mais de 4 horas, alcançando altitude superior a 1000 metros (devemos ter subido uns 800 metros). Devido a leve chuva que caiu e a companheiros pouco acostumados às estas dificuldades, voltamos após lanche em uma cabana de apoio.
O grupo de estudantes é muito amigo e consegui transitar entre todos. Viajar de ônibus é muito caro, sendo comum formar grupos de alunos para alugar carro ou van para viagens. Hotel para mochileiros, Back Pack, são limpos, seguros e baratos.
A escola tem tamanho que permite acompanhamento quase individualizado dos estudantes, os professores reúnem-se todos os dias e falam sobre os alunos, assim é comum conversar com professores, que não são os nossos, para falar sobre fatos do nosso fim-de-semana, passeios, festas, etc. Isto é muito importante para nos ambientar, praticar inglês e tornar o clima da escola mais familiar.
Sobrevivi ao inverno, aprendi inglês, fiz amigos que espero encontra-los no Brasil e pelo mundo. Cheguei ainda no inverno brasileiro em Belo Horizonte, dia 15 de setembro, meia noite, com 20º C de temperatura. Como estava com saudades de meu calorzinho! |
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